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Já imaginou poder vigiar a sua propriedade não importando onde você estiver? Sem custos com mensalidades, ou avenças a empresas de segurança.
Todos aqueles que possuem um sistema de videovigilância Vitamix em suas propriedades ficarão satisfeitos em saber que seu iPhone, IPad, PDA e computador, agora pode observar, de onde você estiver, as imagens das suas câmeras. Com o sistema VITAMIX Tecnologias isso é possível, e sem custos adicionais, nem mensalidades.
Não adiantar ter um sistema de câmeras sem pensar onde armazenar as imagens de forma organizada e bem dimensionada, onde as gravações podem ser facilmente encontradas. Os sistemas de armazenamento de dados tanto podem estar no local do cliente como na web.
 
   PORQUE INSTALAR CÂMERAS DE SEGURANÇA
- Desencorajar o roubo e a fraude
- Desencorajar as declarações de acidentes falsas
- Ajudar a proteger os clientes e os funcionários
- Poupar tempo com ferramentas inteligentes para efectuar pesquisas em vídeos vigilância
- Permite economizar nos custos através da visualização remota de vídeos -Ajuda a  dissuadir os ladrões e documentar actividades suspeitas
- Vigiar o perímetro de edifícios e áreas como a zona de cargas e descargas
- Garantir o cumprimento das normas de segurança
 
 
Cada cliente tem necessidades e objectivos diferentes quando adquire um sistema por isso a VITAMIX Tecnologias dispõe de soluções para cada cliente é feito um levantamento das necessidades e perante os objectivos pretendidos pelo cliente a VITAMIX Tecnologias fará uma ou mais propostas que visem responder às necessidades do cliente.
Vantagens da video vigilância CCTV
 
Os sistemas de vídeo vigilância (CCTV) são uma das melhores e mais eficazes formas de proteger a sua moradia, já algumas vezes falámos deles mas devido a algumas dúvidas de leitores, aproveitamos para expor alguns pontos-chave dos sistemas de vídeo vigilância (CCTV) .
 
Wireless (sem fios) – existem sistemas de vídeo vigilância que utilizam a tecnologia wireless de modo a que não tenha de espalhar cabos pela sua casa. Dá menos trabalho a instalar o sistema de segurança e não estraga a decoração da casa.
 
Poupança – Se instalar um sistema de vídeo vigilância (CCTV) e o comunicar à seguradora da sua casa, esta pode baixar o seu seguro em cerca de 10 a 20% do valor mensal que paga pelo respectivo seguro.
 
Coacção – Existem sistemas de vídeo vigilância que fornecem um código que quando digitado indica à central da empresa de alarmes que o utilizador está a desligar o sistema sobre coacção. Desta forma a empresa de segurança é avisada e podem comunicar imediatamente às autoridades competentes.
 
Fácil aprendizagem – Toda a família pode aceder ao sistema de vídeo vigilância (CCTV) dado o seu funcionamento ser extremamente fácil.
 
Visibilidade das câmaras e autocolantes
– A existência de câmaras e de autocolantes a assinalar a presença de um sistema de vídeo vigilância são factores dissuasores de muitos invasores de propriedades.
 
Com certeza ainda nos lembramos daquelas velhinhas câmaras, bem grandes e dentro de caixotes, que nos davam imagens a preto e branco e de fraca qualidade, que quando escurecia tudo desaparecia.
 
 
Pois, é, nessa altura ainda se chamava CCTV (Closed Circuit Television). Mas estes brinquedos da altura foram evoluindo e começaram a oferecer-nos a possibilidade de ver várias imagens nos monitores, e a cores, bem como a possibilidade de as gravar e, até, de as trabalhar. Já lá vai o tempo, em que o zoom e a possibilidade de comandar estas câmaras à distância eram novidades. Depois foram entrando no nosso quotidiano. Nas grandes superfícies, começou a ser um hobby descobrir as pequenas câmaras, algumas bem à vista, outras dissimuladas, e aquelas bolinhas pretas no tecto, que no seu interior escondiam uma câmara comandada à distância.
Nos edifícios de escritórios e fábricas, também começaram a aparecer, bem como no médio e pequeno comércio.
Passou a ser normal convivermos com estes equipamentos, no nosso dia-a-dia, em quase todos os locais: escolas, hospitais, bancos, restaurantes, bares, etc.
Dos sistemas mais simples aos mais sofisticados, habituámo-nos a usufruir das suas utilidades, seja para um reality show da televisão, seja para sabermos como vai o trânsito ou mesmo para falarmos através de computadores e podermos ver o nosso interlocutor.
A utilidade destas pequenas, e cada vez mais pequenas, caixinhas com um olho tem-se alastrado de tal forma que hoje, se nos apercebermos, já faz parte do nosso estojo de utensílios, sem o qual não sabemos viver.
A tecnologia utilizada tem vindo a evoluir de uma forma vertiginosa, em grande parte devido à sua utilização para fins militares, o que proporciona que, quando a actual tecnologia estiver desactualizada, a mesma será disponibilizada para o sector civil.
Assim, ontem (porque, sinceramente, não podemos saber qual a nova tecnologia que hoje saiu para o mercado) tínhamos a possibilidade de utilizar estas câmaras com sistemas de zoom que nos permitem, a partir de um satélite, ver a íris de um olho, visionar através de objectos opacos e, por exemplo, detectar calor e visionar em luminosidade zero. A partir daqui podem usar a vossa imaginação. Mais ainda quando se associa estas câmaras a sistemas informáticos e, assim, obtermos informação de uma base de dados ou actuações pré-programadas, em tempo real. Por exemplo,  podemos simplesmente programar que, ao ser detectado movimento numa determinada área de observação da câmara, a imagem passe a ser automaticamente gravada, as luzes da área sejam acesas, uma mensagem pré-definida seja emitida através de sistema sonoro e um aviso seja enviado para a central de monitorização, para que o operador tenha conhecimento da ocorrência.
Este exemplo, nos projectos de segurança actuais, é comum e nada de especial, mas é evidente que podemos acrescentar mais utilidades ao sistema; tudo depende do que vamos proteger. Mas estes sistemas de vídeo não servem só para a segurança, não nos podemos esquecer que a mesma tecnologia é utilizada para consultas médicas e até cirurgias, à distância, para a gestão de tráfego, para a realização de reuniões com os participantes distribuídos por vários locais do globo ou para simplesmente sabermos quem está a tocar à campainha da nossa porta, entre imensos  exemplos que podíamos ir rebuscar na utilização de sistemas de envio e recepção de imagem.
Como é que estaria a nossa sociedade se não tivesse utilizado esta tecnologia? E se a sua utilização e desenvolvimento no sector militar também não sofre grandes debates, no sector policial e da segurança já provoca grandes discussões e análises entre grandes defensores da utilização de sistema de vídeo vigilância para a segurança de pessoas e bens, colocando a mesma acima de outros valores, e atacantes da mesma solução, realçando valores, como a privacidade, como superiores à segurança.
Sinceramente não pretendo intrometer-me nesta discussão. Considero que depende… Depende das ameaças, depende do grau de segurança, depende do nível de privacidade, depende se a segurança é individual ou de grupo… depende!
No entanto, acredito que a utilização destes sistemas em programas, tipo “Big Brother”, veio assustar as pessoas, “aí vem a privacidade dos concorrentes devassada”. Mas não nos podemos esquecer que estes concorrentes assim o aceitaram, sendo bem diferente do vulgar cidadão que percorre a sua rua.
A tecnologia ao dispor, neste tipo de sistemas, realmente permite o acesso à vida privada de um ou mais cidadãos, mas também permite criar barreiras e proibições de o concretizar. Em Portugal existe legislação exigindo que as imagens gravadas em sistemas de vídeo vigilância sejam destruídas, no máximo, no prazo de 30 dias. Se esta determinação era difícil de controlar e fazer cumprir nos sistemas de gravação por cassete vídeo, desde que os mesmos sistemas passaram a ser em disco informático quase todos os equipamentos já vêm com possibilidade de pré-programar tal processo, sendo, assim, facilmente inspeccionados. Também é um facto que nos locais, sejam privados ou públicos, em que a vídeo vigilância foi utilizada para a diminuição da criminalidade, tal se veio a verificar.
Se voltarmos à questão, que tanta polémica levanta no nosso país, sobre a vídeo vigilância nas áreas públicas, para a prevenção de criminalidade, podemos ir buscar imensos exemplos de países e cidades que obtiveram resultados surpreendentes. Lembro-me, por exemplo, da diminuição drástica da criminalidade em Nova Iorque, Londres, Paris e outras cidades espalhadas pelo mundo.
Em Londres, onde tive a oportunidade de ver o sistema a trabalhar, no centro, na famosa “City”, uma quantidade considerável de câmaras instaladas na via pública, ligadas a centros de Vigilância e comando policial, associadas a sistemas de reconhecimento e identificação facial e de matrículas de viaturas, com acesso à base de dados de criminosos, terroristas e suspeitos, bem como do registo de viaturas e da informação de furtos das mesmas, permite à Metropolitan Police de Londres, controlar as ruas do centro de Londres.
O sistema permite, sem intervenção humana, reconhecer facialmente o condutor, passageiro ou transeunte, que seja detectado pela câmara. Identificá-lo, se o mesmo constar da dita base de dados (e só se nela constar, o que salvaguarda o vulgar cidadão, que obviamente não constará, e, portanto, não será identificado), reconhecer a matrícula da viatura e identificar o proprietário, bem como a situação da mesma.
Em função dos resultados o sistema enviará, ou não, um alerta para o operador, podendo depois o operador decidir quais os procedimentos a efectuar, como, por exemplo, instruir o sistema para seguir a viatura, o que fará, câmara a câmara. Assim, além de ter sido possível efectuar uma redução de efectivos policiais em rondas, nas ruas, estes passaram a ser enviados directamente para os locais onde existem problemas, rentabilizando e melhorando a sua actuação.
Não nos podemos esquecer das famosas imagens do metro de Londres, que permitiu em curto prazo de tempo identificar os terroristas envolvidos no atentado e os seus procedimentos. Assim, foi possível desmantelar outras tentativas e grupos a eles ligados, bem como estudar os processos e, com esse conhecimento, evitar novos atentados. Mas aqui tocamos no ponto da ferida.
Com o nosso sistema de vigilância Vitamix, vai minimizar esta situação, e tirar partido dela.